11 de setembro de 2017

do que acreditar



As horas se entrelaçam
até o amanhecer depois das sombras.

Cores aéreas pressentem de sol as águas,
numa devolução do que acreditar. 

Uma implosão de sons no mar 
sucede o silêncio das plantas 
atlânticas.

Partícula foi a noite 
do silêncio todo em que me instalo.

Pacífica de amparo,
protocolo ampolas marítimas de ilhas,
no preclaro catálogo das águas. 

E me restauro. Devagar.  Mínima.

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